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Manual do Cinelerra CV


1. Introdução


1.1 Sobre o Cinelerra

Por anos algumas pessoas desejaram uma forma de editar seu vídeo e áudio em um lugar que fosse tão fluido como os em que se escreve textos. Cinelerra tenta ser um local único para todas as suas necessidades que envolvam edição de vídeo e áudio. Toda a gravação, edição e exibição ("playback") pode ser feita aqui. O software também pode ser usado como um reprodutor de áudio. Ele pode ser usado para gravar áudio ou vídeo. Ele pode até ser usado para retocar fotos.

Existem dois tipos de pessoas que apreciam vídeos: produtores que querem criar novos conteúdos, voltando a seus conteúdos futuramente para um melhor refinamento, e consumidores, que querem adquirir o conteúdo e assisti-lo. O Cinelerra não visa consumidores. O Cinelerra possui vários recursos para conteúdo não-comprimido, processamento de alta resolução e composição, com muito poucos atalhos. Produtores precisam dessas funções devido à necessidade de retocar várias gerações de gravação com alterações no formato, o que torna o programa muito complexo. Consumidores devem considerar outras ferramentas, como Avidemux (http://www.avidemux.org/), Kino (http://kinodv.org/) ou Kdenlive (http://kdenlive.org/).

Citação do Wiki do Miro (http://www.mitvwiki.org/Cinelerra):
"A grande diferença entre o Cinelerra e vários outros editores comerciais é que o Cinelerra esconde muito menos do usuário, expondo muito mais de seus processos internos para dirigir a interação. Isso pode ser mais difícil de usar, mas torna-o tremendamente poderoso e, para algumas operações, extremamente rápido."


1.2 As duas versões do Cinelerra

Existem duas versões do Cinelerra. Uma pode ser encontrada no endereço http://www.heroinewarrior.com e a outra em http://cvs.cinelerra.org. Esta documentação está focada no Cinelerra-CV (Community Version).

O Cinelerra é desenvolvido de forma "upstream" por uma entidade a quem chamaremos de HV que é uma entidade que compartilha, mas que não é do tipo "comunidade". HV prefere trabalhar em sua própria cópia do Cinelerra por conta própria, lançando um novo código em uma base de seis em seis meses mais ou menos. Alguns desenvolvedores decidiram que seria interessante melhorá-la de uma forma comunitária, mas não queriam exatamente dividir ("fork") o desenvolvimento. Basicamente, mantemos uma cópia que é bastante similar à publicação oficial. Porém, aplicamos nossas correções de erros, correções de compilação ("compiler compliance fixes") e alguns melhoramentos ao SVN. Nós tentamos mandar os patches aos desenvolvedores oficiais. Assim, a versão do Cinelerra CV possui um número de características que a versão oficial não possui.

Em termos de estabilidade, ao contrário de outros programas, a publicação que o HV faz não pode ser descrita como uma publicação "estável". Após a versão do Cinelerra HV é lançada, normalmente há questões relacionadas a erros ("bugs") ou usabilidade. Além disso, nem todas as implementações do Cinelerra CV conseguem entrar na versão oficial (por exemplo, renderização para um pipe YUV). Desta forma, quando há um novo lançamento, um dos membros (j6t) funde ("merge") o código do HV com o do Cinelerra CV, pegando as melhorias do HV e re-arranjando o código para ser mais similar ao do HV (espaços em branco, nomenclatura de funções, nomenclatura de diretórios, leves mudanças nas implementações, etc). Após a fusão, a última versão do Cinelerra CV é possivelmente um pouco instável até que todas as questões do novo código HV adicionadas sejam reparadas, usuários encontrem erros e conforme o tempo permita corrigi-los. O Cinelerra CV pode ser visto como uma tentativa da comunidade de estabilizar a publicação do HV e também como um esforço de adicionar melhorias de uma forma comunitária onde podemos comentar as implementações de cada plug-in de cada um. De fato, a HV fica de olho no que fazemos e, eventualmente, diz algumas palavras aqui ou ali sobre nossas implementações.

Dada a discussão acima, pode-se dizer que obter o SVN logo antes de uma fundição entre os códigos ("merge") seja uma versão estável, mas você provavelmente encontrará problemas de arquivos de descrição de projetos não serem mais compatíveis. Além disso, a HV também acha erros que nós não havíamos encontrado. Em alguns casos, também corrige erros que havíamos apontado mas não conseguíamos corrigir. Assim, o que é "estável" torna-se realmente questionável e para você decidir, mas se você se mantiver conosco, provavelmente conseguirá se comunicar melhor com a gente do que com a HV.


1.3 Sobre este manual

Esta edição é a 1.55.pt_BR, válida para a versão 2.1 da versão do Cinelerra CV. Você pode redistribui-lo e/ou modificá-lo sob os termos da GNU General Public License, conforme publicada pela Free Software Foundation; tanto a versão 2 da Licença, quanto (à sua escolha) qualquer versão posterior.

Este manual se origina do "Secrets of Cinelerra", um excelente manual escrito por Adam WILLIAMS do HEROINE VIRTUAL LTD. Em 2003, Alex FERRER criou um Wiki baseado naquele manual e adicionou um monte de capturas de tela e novas informações. Naquela época, o Cinelerra CV ainda não tinha seu próprio manual e informações relacionadas à Versão da Comunidade do Cinelerra estavam jogadas pela internet (listas de discussão, IRC, sites, wiki, etc). Em 2006, Nicolas MAUFRAIS combinou o "Secrets of Cinelerra" original com o conteúdo do Wiki de Alex FERRER em um único documento.

Mantenedores da documentação do Cinelerra-CV:
Inglês: Nicolas MAUFRAIS (coordenador), Raffaella TRANIELLO (aprendiz de feiticeira)

Tradutores do manual: Francês: Jean-Luc COULON
Português do Brasil: Flavio SOARES (mantenedor), Willie MARCEL
Espanhol: Alberto RAMALLO, Gustavo Iñiguez GOYA (capítulo 17 - Quadros-chave)
Basco: Iñaki Larrañaga MURGOITIO "Dooteo".

Outros contribuintes para este manual são: Alexandre BOURGET, Kevin BROSIUS, Carlos DAVILA, Cillian DE ROISTE, Rafael DINIZ, Pierre DUMUID, Mike EDWARDS, Martin ELLISON, Graham EVANS, Alex FERRER, Scott FRASE, Joe FRIEDRICHSEN, gour, Gus Gus, Terje HANSSEN, Mikko HUHTALA, Ben JORDEN, Nathan KIDD, Marcin KOSTUR, Joseph L., David MCNAB, Valentina MESSERI, Sean PAPPALARDO, Paolo RAMPINO, Herman ROBAK, Dana ROGERS, Jim SCOTT, Andraz TORI, Raffaella TRANIELLO, Hermann VOSSELER, Norval WATSON.

Agradecemos à equipe do projeto GNU, e particularmente a Karl BERRY, maintenedor do GNU Texinfo, pela preciosa ajuda que nos deu durante a elaboração deste manual.

Os fontes deste manual são arquivos Texinfo. Eles estão no mesmo repositório SVN que o código-fonte do Cinelerra (pasta hvirtual/doc). Eles podem ser convertidos em vários formatos. O arquivo doc/README_en contém instruções para transformá-lo em PDF, HTML (página única), HTML (uma página por capítulo, em uma pasta), TXT simples, TXT em sintaxe DokuWiki (um arquivo por capítulo, em uma pasta), Docbook.

Você pode participar editando este manual fazendo modificações no wiki do Cinelerra-CV wiki:
http://cvs.cinelerra.org/docs/wiki/doku.php

Se você gostaria de traduzir este manual para sua língua, veja o arquivo doc/TRANSLATIONS e contate a Comunidade do Cinelerra CV.

Para conseguir as fontes do manual, instale o cogito e o git-core em seu computador em rode:
cg-clone git://scm.pipapo.org/cinelerra-nicolasm


1.4 Buscando ajuda

Você pode conseguir ajuda em:

See section Reportando erros, caso você queira preencher um reporte de erros.


1.5 Tutoriais

Alguns tutoriais do Cinelerra disponíveis na internet:


1.6 Como fazer (HOWTOs)

Alguns HOWTOs para usos específicos estão disponíveis na internet:


1.7 Links diversos

Links diversos:


2. Instalação

Todos os pacotes do Cinelerra contêm os seguintes itens:


2.1 Requisitos de hardware

O Cinelerra não é um programa leve. A demanda de leitura, decodificação e reprodução de vídeo pode sobrecarregar completamente seu sistema. A performance e, conseqüentemente, a usabilidade do cinelerra está diretamente relacionada à velocidade, I/O - portas de entrada e saída, vídeo e à memória do seu hardware e ao tipo de stress a que você pretende submeter o sistema. Para os/as usuários/as que trabalham apenas com áudio ou com formatos leves de vídeo, um computador menos potente pode ser suficiente. No entanto, para alguém que deseja trabalhar com arquivos no formato DV, várias faixas de áudio e um bom conjunto de efeitos e transições é necessário uma melhor configuração de hardware. Como regra geral, é sugerido rodar o Cinelerra em sistemas com, no mínimo, as seguintes especificações:


2.2 Requisitos de software

Para instalar o Cinelerra você precisa ter uma versão atual do Linux com o Sistema de Janelas X (por exemplo, X.org) e com algum software controlador de áudio funcionando corretamente. Você também precisará instalar as seguintes bibliotecas (lista parcial):

Você também vai precisar dos cabeçalhos ("headers") para todas as bibliotecas requeridas. Para várias distribuições, isso significa que você precisará instalar os pacotes "-dev" ou "devel" que correspondam aos pacotes de bibliotecas que você possui instalados. Além das bibliotecas listadas aqui, assegure-se de ter os cabeçalhos ("headers") do X. A falta desses cabeçalhos normalmente resultará em uma falha na compilação com mensagens cifradas de erro.


2.3 Compilando Cinelerra CV


2.3.1 Processo comum de compilação

Você pode instalar Cinelerra CV obtendo o código fonte e compilando-o. Este é o método que você deve utilizar caso deseje compilar a versão mais atual do Cinelerra CV.

O código fonte do Cinelerra-CV está disponível no repositório Subversion (SVN). O Subversion está disponível para download em http://subversion.tigris.org/, mas muito provavelmente a sua distribuição possui pacotes pré-compilados. A documentação completa do subversion está disponível em http://svnbook.red-bean.com/nightly/en/index.html.

  1. Primeiro você deve baixar o código fonte do Cinelerra CV no repositório SVN (aproximadamente 170Mb ou 60Mb para uma checagem de leitura-apenas). Execute o comando:
    svn checkout svn://svn.skolelinux.org/cinelerra/trunk/hvirtual
    O comando svn acima criará em sua pasta atual de trabalho um diretório chamado hvirtual que contém os fontes.
  2. Entre no diretório hvirtual:
    cd hvirtual
  3. Crie o arquivo `./configure' executando:
    autoreconf -i --force
  4. Então execute o arquivo `.configure':
    ./configure --with-buildinfo=svn/recompile
    Esta opção faz com que o número da revisão seja exibido na aba Sobre da janela de Preferências. Você pode dar uma olhada nas outras opções disponíveis executando o comando:
    ./configure --help
    A maioria das dependências que estiverem faltando devem ser listadas após a execução deste comando.
  5. Agora execute o make:
    make Se você quer gerar um registro para o resultado do make para buscar erros, este comando pode ser usado:
    make 2>&1 | tee logfile
  6. Instale o Cinelerra CV:
    sudo make install
  7. Finalmente, rode como root (pela primeira vez em toda a compilação):
    ldconfig

Notas:


2.3.2 Compilando com símbolos de depuração

Quando o Cinelerra CV trava, você pode compilar com símbolos de depuração e executá-lo dentro do gdb. A informação exibida pelo gdb é muito mais detalhada e, dessa maneira, os desenvolvedores terão informações mais úteis para a corrigir os erros ("bugs").

Primeiro, baixe as fontes do SVN da mesma forma que foi descrito anteriormente. Depois, execute os seguintes comandos:
cd hvirtual
nice -19 autoreconf -i --force
mkdir ../hvdbg
cd ../hvdbg
nice -19 ../hvirtual/configure CXXFLAGS='-O0 -g' CFLAGS='-O0 -g' --with-buildinfo=svn/recompile
cd quicktime/ffmpeg
nice -19 make CFLAGS='-O3'
cd ../..
nice -19 make
nice -19 make install

See section Reportando erros, para informação a respeito da execução do Cinelerra dentro do gdb.


2.4 Executando o Cinelerra

A maneira mais simples de executar o cinelerra é através do comando /usr/bin/cinelerra
Esse comando esconde uma interface em linha de comando com muito mais recursos. Execute cinelerra -h para ver uma lista de opções para linha de comando. A utilidade dessas opções é descrito em várias seções. Para renderização através da linha de comando veja See section Renderizando arquivos.

Se esta mensagem aparecer quando você estiver rodando o Cinelerra pela primeira vez:

WARNING:/proc/sys/kernel/shmmax is 0x2000000, which is too low

veja See section Liberando mais memória compartilhada, para detalhes.


2.5 Live CDs

Pode-se tentar usar o Cinelerra em um computador sem que seja preciso instalá-lo no disco rígido. Isso é possível pelo uso de Live CDs, que estão em distribuições GNU/Linux que dão boot pelo CD, sem instalação no disco rígido. Aqui estão alguns dos Live CDs que conhecidamente contém o Cinelerra:


2.6 Arch Linux

O Cinelerra CV está incluso no repositório da comunidade Arch Linux.
Para instalar o pacote cinelerra, você deve primeiro habilitar o repositório da comunidade (Veja http://wiki.archlinux.org/index.php/AUR_User_Guidelines para mais informações).
Então, use o seguinte comando a partir de um terminal:
pacman -Sy cinelerra-cv


2.7 Ark Linux

O Cinelerra CV está incluso no repositório de pacotes Ark Linux.
Para instalar o pacote cinelerra, use a ferramenta Install Software em Mission Control ou rode os seguintes comandos a partir de uma linha de comando:
apt-get update
apt-get install cinelerra.


2.8 Debian


2.8.1 Pacotes binários para Debian

Andraz TORI mantém instruções de empacotamento para Debian Sid. Ele também faz pacotes binários .deb para Sid. Estes são empacotados a partir de releases não-oficiais do SVN. Pacotes para Debian Sid podem ser encontrados aqui:

Valentina MESSERI também construiu o

Christian MARILLAT faz pacotes binários de Debian, construídos a partir das publicações SVN não-oficiais, para estável, em teste e instável.

Nota: BRANCH = stable, testing or unstable
Nota: Instale o debian-multimedia-keyring para adicionar o gpg-key do Marillat em seu keyring.

Nota: Se o Cinelerra apresentar o seguinte erro:
cinelerra: relocation error: /usr/lib/libavcodec.so.0.4.8: undefined symbol: faacDecOpen
Você pode resolver o problema com o seguinte comando (como root):
apt-get install --reinstall libfaad2-0=2.0.0-0.5


2.8.2 Pré-requisitos para Debian

Pacotes padrão de desenvolvimento

Há pacotes que poderiam ser considerados "padrão" de desenvolvimento. As chances, porém, são de que você não os teria instalados por padrão, então você provavelmente precisará deles:

Pacotes extras Debian

Estes são pacotes de desenvolvimento que não seriam "não-padrão", e você muito provavelmente terá de instalá-los se for compilar o Cinelerra:

Alguns pacotes que podem ou não ser requeridos:

Pacotes externos

Você precisará de algumas dependências que não são encontradas nos repositórios oficiais da Debian. Adicione ao `/etc/apt/sources.list' a seguinte linha do repositório de Christian Marillat:
deb http://www.debian-multimedia.org/ sid main

Você terá de instalar os seguintes pacotes com o apt-get:


2.9 Ubuntu


2.9.1 Repositórios de pacotes Ubuntu

Para Ubuntu 8.04 Hardy Heron:

Para Ubuntu 7.10 Gutsy Gibbon:

Para Ubuntu 7.04 Feisty Fawn:

Para Ubuntu 6.10 Edgy Eft:

For Ubuntu 6.06 Dapper Drake


2.9.2 Instruções para a instalação de pacotes no Ubuntu

Escolha um dos repositórios acima de acordo com o tipo de sua CPU e instale o pacote.
Aqui estão 3 formas de se fazer isso:

Com o gerenciador de pacotes Synaptic:

Abra a janela de repositórios do programa.
Você pode fazer isso de duas formas:
- Vá para Sistema -> Administração -> Gerenciador de pacotes synaptic
- Dentro do programa: vá para Configurações -> Repositórios.
Assegure-se de habilitar as fontes universe, multiverse e restricted na primeira aba.
Clique em Repositórios de Terceiros ("Third Party"). Clique no botão Adicionar e informe seu repositório escolhido (dos mencionados acima).
Clicar em Adicionar Fonte exibirá o novo repositório habilitado na janela de recursos do programa.
Você deve agora ser capaz de encontrar o Cinelerra na sua lista de pacotes disponíveis no Synaptic.
Siga as instruções do Synaptic para a instalação.

Pela linha de comando:

Edite diretamente o seu arquivo `/etc/apt/sources.list'.
Assegure-se de estar com os repositórios universe, multiverse e restricted habilitados checando se a seguinte linha está descomentada (se não há um "#" na frente dela):

deb http://archive.ubuntu.com/ubuntu dapper universe multiverse restricted

Adicione a linha completa do APT de seu repositório escolhido (a partir da lista acima).
Instale o Cinelerra digitando em seu terminal:

apt-get update

e então

apt-get install cinelerra

Com o instalador de pacotes GDebi:

Mande o Firefox para o endereço de rede do repositório
(por exemplo http://www.kiberpipa.org/~muzzol/cinelerra/edgy-i386/.)
Clique no link .deb de seu pacote Cinelerra escolhido
(por exemplo cinelerra_2.1.0+svn20070109-0ubuntu1_i386.deb)
Uma janela de diálogo pedirá a confirmação de sua intenção para abrir este arquivo com o instalador de pacotes GDebi.
Clicar em OK iniciará o download.
Se durante o processo você obter erros sobre dependências não satisfeitas, tente instalar as bibliotecas problemáticas pelo mesmo método a partir da mesma página.

HOWTOs para a instalação de pacotes ou compilação a partir do código fonte


2.10 Gentoo

A instalação no Gentoo Linux é bastante simples. Simplesmente digite:

emerge cinelerra-cvs

como root e o Cinelerra será instalado e rodará sem problemas. Note que você pode precisar colocar o cinelerra-cvs em seu arquivo `/etc/portage/package.keywords' para poder desmascará-lo:

echo "=media-video/cinelerra-cvs ~x86" >> /etc/portage/package.keywords

Veja http://www.gentoo.org/doc/en/handbook/handbook-x86.xml?part=3&chap=3 para detalhes.

Observação: O ebuild do Gentoo media-video/cinelerra-cvs-20061020 não possui ícones de modos de edição. Veja See section Modos de edição, para mais informações. Se você estiver rodando o programa a partir de uma arquitetura que não x86, por exemplo, amd64, você deverá substituir ~x86 pela arquitetura em questão, por exemplo, ~amd64.

Você também pode querer ajustar as bandeiras ("flags") de USE. Primeiro, rode

emerge -av cinelerra-cvs

para ver quais bandeiras estão disponíveis, e então adicione as relevantes a `/etc/portage/package.use':

echo "media-video/cinelerra-cvs ieee1394" >> /etc/portage/package.use 

Isso deve habilitar o suporte a dispositivos firewire.


2.11 Fedora

O Cinelerra está incluso no repositório Freshrpms em http://freshrpms.net. O jeito mais fácil de instalar pacotes do Freshrpms é incluir o repositório na configuração do yum. Também assegure-se que o repositório Fedora Extras esteja habilitado. Este é o caso por padrão no Fedora 5 e 6, e Core e Extras são unidos em um no Fedora 7.

Para Fedora 8, veja http://kernelreloaded.blog385.com/index.php/archives/install-cinelerra-on-fedora-8/

No Fedora 6, como usuário root, rode:

rpm -ivh http://ftp.freshrpms.net/pub/freshrpms/fedora/linux/6/\ freshrpms-release/freshrpms-release-1.1-1.fc.noarch.rpm

No Fedora 5, faça:

rpm -ivh http://ftp.freshrpms.net/pub/freshrpms/fedora/linux/5/\ freshrpms-release/freshrpms-release-1.1-1.fc.noarch.rpm

Então digite:

yum -y install cinelerra

para obter e instalar o Cinelerra e todas as suas dependências, incluindo o ffmpeg e o mjpegtools. Caso isso não funcione, cheque o arquivo `/etc/yum.conf' e assegure-se que a configuração do Freshrpms seja inclusa no arquivo `/etc/yum.repos.d'.

Observações:


2.12 Mandriva

Pacotes do Cinelerra para Mandriva são feitos por PLF e estão prontos para serem instalados. Leia http://plf.zarb.org/packages.php para mais informação.


2.13 Slackware

Rafael DINIZ mantém pacotes do Cinelerra para Slackware.


2.14 Suse

RPMs para SuSE 9 são construídos de fontes SVN por Kevin BROSIUS, e disponíveis em http://cin.kevb.net/files/RPM/

RPMs para OpenSUSE 10.1 e 10.2, arquiteturas i586 e x86_64, são construídos a partir do SVN por Leon FREITAG em Packman. Eles estão disponíveis em http://packman.links2linux.org/package/cinelerra/16413.

Os pacotes RPM podem ser instalados como root em um terminal usando este comando:

rpm -Uvh package_name.rpm

O caso seguinte de instalação mostra quatro capturas de tela para uma instalação baseada no GUI do Cinelerra SVN no OpenSUSE 10.2 i586 usando YaST2. Primeiro adicionando o repositório do packman YaST2 como uma fonte de instalação YaST2, e depois a instalação do pacote com o YaST2 Software Manager.

Inicie o centro de controle do YaST no OpenSUSE 10.2 e adicione a senha de root quando pedido:

manual_images_intl/yast2_control_center

Inicie a ferramenta de instalação YaST2, selecione o protocolo HTTP e adicione o servername para packman conforme mostrado. A sincronia com o Zenworks pode levar algum tempo, espere até que esteja terminada.

manual_images_intl/yast2_installation_source

Inicie o YaST2 Software Management. Enter "Cinelerra" no campo de busca à esquerda e habilite as caixas para os pacotes do Cinelerra na janela da direita. Se uma versão mais antiga do Cinelerra for instalada e fique visível com um símbolo de trava, apague-a. Possivelmente, tente fazer uma atualização antes.

manual_images_intl/yast2_cinelerra_installation

Clique em Accept para começar a instalação do pacote e depois em Next para terminá-la.

manual_images_intl/yast2_package_installation


2.15 MacOSX

conserte-me


3. Configuração

Devido à sua variedade de usos, o Cinelerra não pode ser usado de uma forma ótima sem que haja uma configuração precisa, voltada para suas necessidades específicas. Muito poucos parâmetros são ajustáveis à hora da compilação. A configuração na hora de rodar o programa ("runtime") é a única opção para a maioria das configurações, devido à multitude de parâmetros.
Aqui nós discutimos não apenas as opções de configuração, mas quais das diferentes APIs são suportadas em GNU/Linux.
Vá para configurações->preferências para ver mais opções.


3.1 Variáveis de ambiente

Nos derivativos de UNIX, variáveis de ambiente são variáveis globais no terminal ("shell") que todas as aplicações são capazes de ler. Elas são configuradas com um comando como set VARIABLE=value. Todas as variáveis de ambiente podem ser vistas com um comando tipo env. O Cinelerra reconhece as seguintes variáveis de ambiente:


3.2 Drivers de Áudio

Os drivers de áudio são usados tanto para gravação quanto para reprodução para gerar dados para o e a partir do hardware. Uma vez que os mesmos drivers são usados tanto para gravação quanto para reprodução, sua funcionalidade está descrita aqui em uma seção separada.


3.2.1 Atributos do Driver de Som


3.2.2 OSS

Este foi o primeiro driver de som GNU/Linux. Ele possuía uma implementação open source e uma implementação comercial com mais cartões de áudio suportados. Era o driver padrão de som até o GNU/Linux 2.4. Ainda é o único driver de som que um binário i386 pode usar quando rodando em um sistema x86_64.


3.2.3 OSS Envy24

A versão comercial do OSS possuía uma variante para cartões 24 bits / 96 KHz. Esta variante requeria mudanças significativas no modo como os drivers de som eram usados, sendo para isto que o OSS Envy24 foi criado.


3.2.4 Alsa

ALSA é o driver de som mais comum no GNU/Linux 2.6. Ele suporta a maioria das placas de som agora. Ele usa as vantagens das características de latência baixa do GNU/Linux 2.6 para obter uma performance melhor do que o OSS possuía no 2.4, mas marginalmente a mesma performance que o OSS tinha no 2.0. Infelizmente, o ALSA está constantemente mudando. Um programa que funcione com ele um dia pode não funcionar no dia seguinte. Novos "wrappers" estão sendo desenvolvidos pelo ALSA no presente momento; planejamos suportá-los em intervalos regulares, não a cada novo lançamento de um novo "wrapper".
O ALSA não é mais portável entre i386 e x86_64. Se um binário i386 tenta fazer uma reprodução num kernel x86_64, ele não funciona. Para este cenário, use o OSS.


3.2.5 Esound

ESOUND era um servidor de som que estava acima do OSS. Ele era escrito para um gerenciador de janelas chamado Enlightenment, suportando um número limitado de bits e possuía latência alta se comparado aos tempos modernos, mas multiplexava fontes de áudio múltiplas. É desconhecido se este driver ainda funciona.


3.2.6 Raw 1394

Esta era a primeira interface entre softwares GNU/Linux e as câmeras firewire. Era o modo menos confiável de tocar áudio para uma câmera. Consistia numa biblioteca acima dos comandos de kernel.


3.2.7 DV 1394

A segunda re-escritura do suporte a câmeras DV no GNU/Linux. Este era o modo mais confiável de se tocar áudio para uma câmera, pois consistia em comandos diretos do kernel.


3.2.8 IEC 61883

A terceira re-escritura do suporta a câmeras DV no GNU/Linux. Esta é uma biblioteca acima da RAW 1394, que é uma biblioteca acima dos comandos de kernel. É menos confiável que a DV 1394, mas mais confiável que a RAW 1394. A próxima re-escritura deve corrigir isso.


3.3 Drivers de Vídeo

Os drivers de vídeo são usados para reprodução ("playback") de vídeo nas janelas de composição e visualização.


3.3.1 Atributos do Driver de Vídeo


3.3.2 X11

Este era o primeiro método de reprodução de vídeo em qualquer sistema UNIX, válido até 1999. Ele simplesmente escreve a tríade RGB para cada pixel diretamente na janela. É o método mais lento de reprodução. Ainda é útil como recurso caso o hardware de gráfico não consegue lidar com quadros ("frames") muito largos.


3.3.3 X11-XV

Este era o segundo grande método de reprodução de vídeo do UNIX, começando em 1999. Ele converte YUV para RGB no hardware por escala ("scaling"). É o método preferível de reprodução, mas não consegue lidar com tamanhos de quadro grandes. O tamanho máximo de vídeo para o XV é normalmente 1920x1080.


3.3.4 X11-OpenGL

O método mais poderoso de reprodução de vídeo é o OpenGL. Com este driver, a maioria dos efeitos é feita no hardware. O OpenGL permite tamanhos de vídeo até o máximo do tamanho de textura, que é normalmente mais largo do que o XV suporta, dependendo do driver de gráfico. Para habilitá-lo, você precisa de um binário construído com suporte a OpenGL. A opção configure (de configuração) para habilitar o OpenGL é `--enable-opengl'. Você precisa de uma placa que suporte OpenGL 2.0. Placas de vídeo nVidia recentes devem funcionar. Você também precisa de um driver de vídeo que suporte OpenGL 2.0, como o driver binário da Nvidia. Para saber se seu driver de vídeo suporta OpenGL 2.0, digite o seguinte comando: glxinfo | grep "OpenGL version".

O OpenGL utiliza PBuffers e shaders para fazer a renderização de vídeo. A placa de gráfico deve suportar OpenGL 2 e o Cinelerra deve ser necessariamente compilado com suporte a OpenGL 2. Isso requere uma compilação em um sistema com os headers ("cabeçalhos") do OpenGL 2. PBuffers são conhecidos por serem volúveis. Se a placa de gráfico não possui memória suficiente ou não tem os visuais corretos, os PBuffers não funcionarão. Tente buscar vários quadros ("frames") ou reiniciar o Cinelerra se o OpenGL não funcionar.

Limitações:


3.3.5 Buz

Este é um método para reproduzir arquivos "motion JPEG-A" diretamente para um sinal analógico composite. Ele utiliza um hack popular do driver Video4Linux 1 de 2000 para descomprimir o JPEG em hardware. Infelizmente, ainda que saída analógica seja obsoleta, novos drivers substituíram o BUZ.


3.3.6 Reprodução do vídeo por Raw 1394

Esta era a primeira interface entre softwares GNU/Linux e câmeras firewire. Era a forma menos confiável de enviar vídeo para uma câmera. Consistia em uma biblioteca acima dos comandos de kernel.


3.3.7 Reprodução do vídeo por DV 1394

A segunda re-escritura do suporte a câmeras DV no GNU/Linux. Era a forma mais confiável de reproduzir vídeo em uma câmera. Consistia em comandos diretos do kernel.


3.3.8 Reprodução do vídeo por IEC 61883

A terceira re-escritura do suporte a câmeras DV no GNU/Linux. Esta é uma biblioteca acima do RAW 1394, que é uma biblioteca acima dos comandos de kernel. É menos confiável que o DV 1394, mas mais confiável que o RAW 1394. A próxima re-escritura deve consertar isso.


3.4 Reprodução


3.4.1 Saída de Áudio

Determinam o que acontece quando você reproduz som a partir da Linha do Tempo.


3.4.2 Saída de Vídeo

Determina como o vídeo sai da Linha do Tempo e chega a seus olhos.


3.5 Gravação

Os parâmetros aqui influenciam no que acontece quando você vai para Arquivo->Gravar.... A intenção era fazer o Arquivo->Gravar... ir o mais rápido possível para a Janela de Monitoramento de Gravação, sem uma caixa de diálogo extensa para configurar o formato de arquivo. Ao invés disso, o formato de arquivo para gravação é configurado aqui e é aplicado a todas as gravações. Também configurado aqui é o hardware para gravação, já que o hardware determina os formatos de arquivo suportados na maioria dos casos.


3.5.1 Formato de arquivo

Determina o formato de arquivo de saída para gravações. Depende muito do tipo de driver usado. A interface é a mesma que a intercafe de renderização. A opção Gravar trilhas de áudio deve estar habilitada para gravar áudio. A opção Gravar trilhas de vídeo deve estar habilitada para gravar vídeo. O botão de ferramenta à esquerda de cada opção abre um diálogo de configuração para configurar o codec correspondente para áudio de vídeo. O áudio e o vídeo são empacotados em um contâiner definido pelo menu Formato de arquivo. Contâiners diferentes podem gravar apenas áudio, apenas vídeo ou ambos.

Alguns drivers de vídeo só conseguem gravar em determinados contâiners. DV, por exemplo, consegue apenas gravar para Quicktime com DV como compressão de vídeo. Se o driver de vídeo é modificado, o formato de arquivo pode ser atualizado para dar a saída suportada. Se você mudar o formato de arquivo para um formato não suportado, ele pode não funcionar com o driver de vídeo.


3.5.2 Entrada de Áudio

Determina o que acontece quando você grava o áudio.


3.5.3 Entrada de Vídeo

Determina o que acontece quando você grava o vídeo.


3.6 Performance

Você passará amaior parte do tempo configurando esta seção. O foco principal da performance são os parâmetros de renderização que não estão disponíveis no diálogo de renderização.


3.6.1 Renderização de fundo

A renderização de fundo ("background rendering") foi originalmente concebida para permitir que efeitos HDTV fossem exibidos em tempo-real. A renderização de fundo faz com que a saída temporária seja constantemente renderizada enquanto a Linha do Tempo está sendo modificada. A saída temporária é exibida durante a reprodução sempre que possível. É bastante útil para transições e previsões de efeitos que são muito lentos para serem reproduzidos em uma quantia razoável de tempo. Se a fazenda de renderização ("renderfarm") estiver habilitada, a fazenda é usada para a renderização de fundo, dando-lhe o potencial para efeitos em tempo-real caso haja banda ou nódulos de CPU suficientes.

A renderização de fundo é habilitada na aba Performance da Janela de Preferências. Ela possui uma função interativa Menu configurações -> Ajustar renderização de fundo. Isso marca onde a renderização de fundo começa para onde o ponto de entrada estiver. Se algum vídeo existe, uma barra vermelha aparece na barra de tempo, mostrando o que foi renderizado ao fundo.

É normalmente útil inserir um efeito ou uma transição e selecionar Menu configurações -> Ajustar renderização de fundo logo antes do efeito para pré-visualizá-lo a taxas de quadros inteiras.


3.6.2 Fazenda de renderização

Para usar a fazenda de renderização, configure estas opções. Ignore-as no caso de um sistema único.


3.7 Interface

Estes parâmetros afetam unicamente como a interface do usuário funcionará.


3.8 Sobre, janela

Esta seção te dá informações sobre direitos autorais, quando o build presente foi criado, a falta de uma garantia e as versões de algumas bibliotecas. Esteja certo de concordar com os termos de falta de garantia.


4. Atributos do projeto


4.1 Janela de configuração de formato

Quando você reproduz arquivos de mídia no Cinelerra, os arquivos de mídia possuem um certo número de trilhas, uma certo tamanho de quadro, um certo tamanho de amostragem e assim por diante. Não importa o que o arquivo de mídia possui; entretanto, ele ainda será reproduzido de acordo com os atributos do projeto. Se uma taxa de amostragem de áudio for diferente dos atributos do projeto, ela será refeita. Se o tamanho do quadro de um arquivo de vídeo for diferente dos atributos do projeto, ele será composto a um quadro preto, ou recortado ou encaixado dentro de bordas pretas.

Os atributos do projeto são ajustados em Configurações->Ajustar Formato e, de uma forma algo mais limitada, em Arquivo->Novo. Quando você ajusta as configurações do projeto em Arquivo->Novo, uma nova linha do tempo é criada sem informações. Cada linha do tempo criada a partir deste ponto usará as mesmas configurações. Quando você ajusta asconfigurações em Configurações->Formato, a linha do tempo não é recriada sem informações, mas cada linha do tempo criada a partir deste ponto usará as mesmas configurações.

manual_images_intl/format

Janela de configuração de Formato

Além das configurações tradicionais de taxa de amostragem, taxa de quadros e tamanho de imagem, o Cinelerra usa algumas configurações pouco usuais como posições de canais, modelo de cor e razão de aspecto.


4.2 Pré-configurações

Selecione uma opção deste menu para ter todas as configurações de projeto marcadas para um dos padrões conhecidos.


4.3 Atributos de áudio

manual_images_intl/channelpositions

A ferramenta de posição do canal

Os canais são numerados. Quando renderizados, a saída do canal 1 é renderizada para a primeira trilha de saída no arquivo ou para o primeiro canal da placa de áudio. Outros canais serão renderizados para suas trilhas sucessivamente numeradas.

Os locais dos canais de áudio correspondem a onde na panorâmica cada saída de áudio está. Quão mais perto a posição da panorâmica estiver se uma das saídas de áudio, mais sinal o falante obterá. Clique em um ícone de falante e arraste para mudar a localização do canal de áudio.

Os falantes podem estar em qualquer orientação. Um arranjo diferente de falantes é armazenado para cada número de canais de áudio já que normalmente você não quer que o mesmo arranjo de falantes para números diferentes de canais.

As posições de canais são a única configuração que não afetam a saída necessariamente. É simplesmente uma conveniência, então quando mais de dois canais são usados, os controles de panorâmica na linha do tempo podem distinguir entre eles. Isso não tem nada a ver com o arranjo real dos falantes.

Mas canais diferentes podem ser posicionados muito próximos um ao outro para fazer com que tenham a mesma saída.

See section Fazendo um pan nas trilhas de áudio.


4.4 Atributos de vídeo


5. Carregando e salvando arquivos


5.1 Formatos de arquivo suportados

Aqui está a maioria dos formatos de arquivo suportados que podem ser carregados e para os quais se pode renderizar, com notas sobre sua compressão. Você pode ser capaz de conseguir carregar outros formatos não descritos aqui.
O formato do arquivo afeta o que o Cinelerra faz com ele. Editar as Listas de Decisão de Edição (EDL) substitui as configurações do projeto. Formatos que contêm mídia mas não edições de decisões apenas adicionam informações às trilhas. Se a taxa de amostragem de seu projeto é 48 kHz e você carregar um arquivo de áudio a 96khz, você ainda o estará reproduzindo a 48 kHz. Se você carregar um arquivo EDL a 96khz e a taxa de amostragem do projeto atual for de 48 kHz, você o mudará para 96 kHz.
Alguns formatos de arquivo são exibidos muito lentamente na Linha do Tempo. Normalmente, eles possuem vídeos que estão altamente comprimidos. Desenhar nos vídeos altamente comprimidos pode ser muito lento - desabilite o desenho ("picon drawing") para estes arquivos com a opção Desenhar mídia para aumentar a velocidade das operações.

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